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Saturday, July 14, 2012

Amigas *

No outro dia estava a pensar em fazer uma sessão fotográfica com as melhores amigas e quando dei por mim já contava com oito na lista. Vieram em fases muito diferentes, mas hoje em dia estão em speed dial no telefone para os bons e maus momentos. Não há nada melhor:-)

Monday, June 25, 2012

Esta semana vai ser daquelas

Dois exames seguidos. Trabalho das 8 da manhã até às tantas da noite três dias seguidos, com textos para a Revista, trabalho no site e fase final do livro. Duas festas de aniversário. Para completar, no fim-de-semana há trabalho e mais uma festa. Ui... A minha vida promete...

Tuesday, January 24, 2012

Primeiro ano:-)

*

Foi um ano difícil. Olhando para trás, parece que vivemos dez anos em vez de um. Gosto muito de ter o Manuel na minha vida. Mesmo.

* Na foto com a amiga Pipa

Thursday, March 03, 2011

Núcleo duro

Gosto de pessoas que "me entram" devagarinho. Começam por chegar com um sorriso, uma simpatia, ou uma opinião que me marca. Raramente são iguais a mim, mas em todas encontro pontos em comum.

Primeiro partilho bocadinhos da vida com elas. Aos poucos começo a encontra-las nos livros, na música, no cinema, nas viagens, nos sonhos. Por fim, acabo por partilhar a minha vida com elas. E isso sabe tão bem.

Ao meu núcleo duro.

Tuesday, December 07, 2010

Manuel II

Agora que já lhe vi o coração, que já o ouvi respirar, que sei que já está em posição para cá chegar, fico mais descansada.

Quando no fim de Janeiro o tiver ao colo sei que a vida se vai encher ainda mais. Tenho um mar de amor e mimos para lhe dar. Está quase cá o Manuel.

Monday, December 06, 2010

Sem medo

Querida P,

É, talvez, das maiores virtudes e também dos maiores defeitos: a capacidade olhar o medo de frente.

Pegando numa expressão tua, "mulheres como nós" caem, levantam-se e ficam com medo de voltar a cair. Mas por mais voltas e reviravoltas que a vida dê acabam por ir às entranhas buscar coragem para enfrentar o medo. Começam por lhe dizer baixinho que não vale a pena ele insistir, pois tudo pode acontecer. Depois tornam-se nos mais frontais seres do mundo para lhe dizer "que se lixe, vou arriscar".

Depois de te ter visto, vezes demais, no meio da tempestade sabe-me bem ver-te encontrar a bonança. Sabe-me bem.

Friday, November 26, 2010

Isabel Maria II

Um voz pequenina e doce, mas num português perfeitinho, do outro lado da linha diz: "Mãe", "António". E naquele momento um aperto no peito e uma saudade maior que o mar que me separa dos Açores.

Wednesday, November 17, 2010

Dar a mão

Sei que aí vem um dia difícil. Não lhe minto e digo-lhe que vai doer. Muito. Ela também sabe.

Como é corajosa enfrenta o momento. Eu encho-me de orgulho, por vê-la assim. A enfrentar os dias complicados, quando era tão fácil esconder-se. A vida já a habituou a não ter medo, a assumir as rédeas.

Mas também me encho de raiva. Ela não merece. Não devia ser assim. O dia que se avizinha não devia ser difícil. Se eu pudesse cortava-o do calendário. Não tenho esse dom. Vou-lhe dar a mão. Porque sei que vai doer e não vale a pena esconder isso.

Para a R.

Monday, November 01, 2010

Palavras sábias

"Quando se ama quer-se a outra pessoa, ponto. Se for a bem melhor, se for a mal é porque teve de ser.!"

MEC sobre a diferença entre amor e amizade.

Sunday, October 17, 2010

Sorrisos que consolam



Às vezes (demasiadas vezes) tenho dias em que quase sou deitada ao chão. Mas quando me aninho no sorriso dos que me consolam, tudo muda.

Sunday, September 26, 2010

As amigas

No complicado mundo das relações há uma prova que, sem parecer, se torna a mais difícil de todas: passar no teste de aprovação das amigas. Sim, das amigas! Esqueçam os pais, os amigos, os ex-namorados que se tornaram grandes amigos, os filhos, os tios, os colegas, os irmãos, os chefes de trabalho. São as amigas as mais exigentes, as mais difíceis de agradar, as mais desconfiadas, as que vão levar mais tempo a acreditar.

Escrevo com conhecimento de causa. Houve um tempo, já distante, em que achei que os homens de algumas das minhas amigas não eram os mais indicados. Por mim, uma delas nunca teria tido o segundo encontro com a pessoa com quem está há quase três anos e que é um rapaz 5estrelas. Passei noites acordada a achar que outras mereciam homens melhores, que deviam experimentar mais da vida, que isto e aquilo. Levei tempo, demasiado porque hoje sou amiga destes rapazes, a aceitá-los. A acreditar que eles eram ‘o tal’. Isto tudo, sem que eles algum dia lhes tivessem feito algo grave!

Sou exigente como amiga. Quero o melhor para as minhas raparigas e qualquer homem que sonhe em fazer-lhes mal vai ter de se ver comigo. Odeio, e aqui é mesmo odiar, os outros homens, aqueles que as fizeram infelizes. Os que não lhes ligaram, os que lhes prenderam o coração sem dar nada troca, os que na realidade não gostaram delas o suficiente. Assim que tenha a mínima hipótese tratar-lhes-eis da saúde.

Elas também são assim comigo. Quando eu começo a divagar, e a desculpar tudo e mais alguma coisa chamam-me à terra. Lembram-me que também eu mereço melhor. Mostram-me a realidade da pessoa que me possa encantar. No fundo, dizem-me a verdade que eu oiço, baixinho, dentro de mim. Aquilo que eu já, mas que ganha outra força quando são elas que me dizem.

Mas ao mesmo tempo acreditam, muito mais do que eu, que há por aí uma pessoa especial. Dão-me mimos e juram-me que tudo vai ficar bem.

Elas estão sempre por aqui. Alerta. Exigentes. E não perdoarão a quem me partir o coração, afinal são sempre as mesmas que me colocam os cacos e fazem voltar ao mundo.

Tuesday, September 21, 2010

Para A.


Os ponteiros do relógio nunca pararam nos últimos 12 anos, mas eu continuo sempre a ver-nos da mesma maneira. Na minha cabeça, ainda não despimos os pijamas azuis com bonecos. Continuamos na minha sala a conversar sobre a vida, como se já fossemos crescidas.

Tenho a certeza que quando nos conhecemos nos achávamos as miúdas mais adultas deste planeta. E foi essa responsabilidade, anormal no topo da adolescência, que nos uniu.

Não consigo explicar como uma certinha (ela) e uma impulsiva (eu) se continuaram a aturar estes anos todos. Ou melhor… se calhar até consigo… Deve ser a enorme paciência dela em ouvir-me as angústias, quando está a passar pelo melhor da vida e merece ser o centro de todos os mundos. Deve ser a generosidade que ela tem que a “obriga” a preocupar-se, sempre, comigo. Deve ser o carinho com que fica na cama a pensar se eu fui para casa. Deve ser a capacidade que ela tem em acreditar que amanhã vai ser tudo melhor para mim, sem pensar nela em primeiro lugar. Deve ser a felicidade que ela exprime no rosto quando eu lhe conto as minhas coisas. Deve ser por ela acreditar, muito mais do que eu, que há por aí alguém, que me complete, à espera. Deve ser por ela aceitar os meus momentos de dúvidas, mesmo quando vai contra todas as convicções que tem. Deve ser por ficar angustiada quando tem medo que eu cometa asneiras. Deve ser…

Ela é assim. Todos os dias. Agora vai melhorar a vida de todos nós para sempre. E eu quero mimá-la tanto que nem sei como. O que me consola, descansa, tranquiliza, é que sei que não tenho de me preocupar. Ela está completa.

Friday, August 06, 2010

Conforto é...

... regressar às pessoas e aos lugares onde fomos (e somos) felizes.

Monday, August 02, 2010

E a vida melhorou para sempre...

Sempre soube que ela ia ser a primeira. Mas também sempre imaginei que me daria a notícia numa tarde de sol. Assim... como se estivéssemos num quadro de Monet. Talvez já na minha casa nova.

Quase sem eu estar à espera (porque a verdade é que sempre estive à espera) ela deu-me a notícia mais importante da vida. E quando o fez partilhou comigo o momento em que mudou para sempre.

Eu não estava à frente dela, como sempre imaginei, mas do outro lado da vida virtual vi-a sentada no meu sofá da sala, com um pijama azul aos bonecos, a preparar-se para dormir pela primeira vez em minha casa. Esta imagem repete-se na minha cabeça em todos os nossos momentos de crescimento, sim porque também eu estou a crescer com esta fase. Nós as duas, no começo da vida. No começo da Amizade.

Nada será como dantes. E ainda bem... porque em breve a (nossa) vida será muito melhor:)

Para A.

Friday, July 16, 2010

Coisas bonitas da Amizade#5

a alegria dos amigos perante o nosso sorriso.

Monday, July 05, 2010

Começámos com um post

Um texto provocado por um choro de bebé no voluntariado. Um gosto e desejo em comum. Chá para aqui, chá para ali comecei a referir-me a ela como a minha amiga Clara.

Estive lá num dos dias mais especiais da vida dela. Foi com orgulho que, num jardim cheio de sol, a vi jurar amor. Nada que eu não soubesse, mas mesmo assim os gestos de ternura e amor não deixam de me emocionar e enternecer.

À distância percebo o GRANDE amor que ela está a viver, o da maternidade. Quando leio o que ela escrever e vejo as fotografias que têm com a filha sinto a sensação de estar eternamente apaixonada. Fico feliz. Sim, a imagem da felicidade das minhas pessoas também não deixa de me fazer feliz.

Mas dana-me que tudo seja à distância. Dana-me não ter tempo para me meter num avião e voar até São Miguel. Dana-me que goste tanto da bebé e ainda não lhe tenha pegado ao colo. Dana-me tanto que, na maior parte dos dias, escondo o sentimento da saudade.

O único consolo é a esperança do momento que a distância se vai quebrar.

Para a C. e para a I.

Sunday, June 27, 2010

Uma semana "cheia" de Cabo-Verde

Começámos logo bem a fazer o check-in na fila errada. Depois de conseguirmos despachar as malas o espírito das férias começou a tomar posse nós, em plena cafetaria do Harrods.

Quando aterrámos no Sal deixámos a Morabeza a invadir-nos. E pronto começaram as férias. Muita praia, milhares de risos, uma viagem marcante à Cidade da Praia e ao Tarrafal, fins de tarde tendo o mar de Cabo-Verde no horizonte, muita dança africana, várias pessoas que tocámos. No fim, a doce sensação de equilíbrio entre o descanso e o conhecer outro mundo diferente.

Foi assim Cabo-Verde, na companhia de uma grande (e nova) amiga.

Para L.

Tuesday, June 15, 2010

Coisas bonitas da Amizade#4

ficar feliz quando outra pessoa vê, finalmente, a luz (justa) ao fundo do túnel. por mais que a amizade seja recente.