Showing posts with label Férias. Show all posts
Showing posts with label Férias. Show all posts

Tuesday, September 18, 2012

Ela voltou...

A D. Amélia regressou de férias com o sorriso e boa disposição de sempre. Esta casa agradece! ufa :-P

Monday, August 13, 2012

Que saudades da dona Amélia

A minha empregada vai começar agora as suas (mais que merecidas) férias. Durante um mês vai estar em Cabo Verde a gozar a família. Eu, que também vou agora de férias, não podia estar com mais saudades.

O último dia da dona Amélia foi na quarta-feira. Como é o cúmulo da eficiência e da competência deixou-me tudo feito, planeou o regresso e quase que queria trabalhar até ao dia do voo. "Só tenho voo à tarde posso cá vir de manhã, menina", disse-me com a sua habitual voz doce. Claro que isso nunca foi sequer uma opção, mas a verdade é que já mal vivo sem ela. A casa está de pantanas, não há quase nada no frigorífico e só de pensar que eu regresso dia 7 e ela 13... dá-me arrepios na espinha.

Quando chegar, a d. Amélia vai ter uma surpresa vinda da Ásia ou do Médio Oriente e um cartão de agradecimento. É que, realmente, ela é muito minha amiga.

Friday, August 10, 2012

Em modo pré-férias

Cheguei aquela altura em que já só consigo pensar nas férias. Meti o chip automático e as minhas preocupações são deixar o trabalho todo feito, preparar a viagem e orientar o regresso.

Fiz uma lista do trabalho que tinha de deixar feito, outra das coisas que tinha de levar e mais uma uma com o que tenho de deixar preparado para quando regressar.

Ando numa correria entre consultas do viajante, textos que têm de ficar prontos, amigos de quem tenho de me despedir e marcações que têm de ficar feitas para setembro.

Está quase.

Tuesday, July 31, 2012

Barceloooona...:-)

Está aqui tão perto mas andei a desprezá-la este tempo todo. Barcelona é uma cidade linda, mesmo. É como aquelas mulheres elegantes, inteligentes, interessantes e bonitas. Tem um quelque chose que eu não consigo dizer bem o que é.

Pode ser que venha da luz, da arquitetura, da diversidade cultural, da vida das ruas, do cheiro saudável da comida que emana dos restaurantes, da temperatura amena da água que a banha.

Seja o que for, foi suficiente para eu ficar com muita vontade de lá voltar.

Fins després!

Sunday, February 26, 2012

E as primeiras férias de 2012 foram...

... em família e para lá de espectaculares!!!!!
No Natal, ofereci aos meus pais uma viagem a Roma e, no postal que acompanhava o presente, pedi encarecidamente que me levassem com eles. E assim foi:-)

Não temos muito tempo de qualidade juntos e estes dias souberam-me a ouro. Fomos só nós os três, a visitar uma cidade que nenhum conhecia, a rir e a conversar bastante.

Acho que foi um bom prenúncio do ano familiar que agora começa...:-)






Sunday, November 06, 2011

E foi assim IV







Estava à espera de fazer o caminho de Singapura até às ilhas Perhentian de comboio, à noite, pelo meio da selva. O fim do Ramadão e o feriado nacional malaio trocaram-me as voltas e acabei por ter de viajar de avião.
De Singapura até Kuala Lumpur, de Kuala Lumpur até Kota Bharu, de Kota Bharu até Kuala Besut e de Kuala Besut até às ilhas. Parece uma viagem complicada mas não é.
Kota Bharu é a cidade mais islâmica do país, próxima da fronteira com a Tailândia acaba por ser um ponto de passagem para quem anda a viajar pela Ásia. Daí que, apesar de muito tradicionais (não há muçulmanas sem véu) ninguém olha os turistas de lado.
Em si, a cidade não tem nada de especial. Há uma mesquita, uma rua principal e várias lojas baratas para quem se vai abastecer para o caminho. No entanto, nos arredores há uma grande tradição de artesanato. Eu acabei por me ir só abastecer.
A viagem de uma hora de Kota Bahru a Kuala Besut é verde. Muito verde, com poucas aldeias. Em Kuala Besut, a única coisa interessante é o porto que "leva" até às ilhas...
Uma viagem de 45 minutos, em lancha rápida, onde poucos minutos depois de começar se deixa de ver terra. E quando se chega... o mar é azul e transparente... pouca gente... sol... Nemos por todo o lado...
Descanso foi a palavra chave:-)

Sunday, October 02, 2011

E foi assim III







Uma versão de Nova Iorque mais limpa, organizada, com praia e clima tropical. Assim é Singapura.
O país/cidade em forma de diamante teve em mim um impacto muito maior do que estava à espera. Primeiro, pela organização que é uma coisa do Outro mundo, ainda para mais quando se está na Ásia. Em Singapura, as pessoas saem calmamente do trabalho e esperam, com a mesma calma e paciência, em filas pelos táxis. Dias antes das eleições presidenciais, um anúncio do Governo passava, repetidamente, na televisão para mostrar como se procedia à votação. De fila em fila eram indicados os passos a seguir pelos eleitores.
A praia foi sem dúvida o segundo factor surpresa, porque não é "publicitada", porque é mesmo boa e porque em Agosto há um calor insuportável na cidade que obriga a uma paragem para refrescar o corpo.
O tamanho também funciona a favor. Tudo é perto de tudo, e na verdade, a cidade vê-se depressa, o que dá para aproveitar os dias a repetir o que se gostou mais. Cada edifício é um centro comercial, ou quase, pelo que a oferta para compras e alimentação torna-se gigante numa cidade/país minúsculo.
Fiquei um dia a mais do que o previsto em Singapura e soube tão bem:-)

Sunday, September 25, 2011

E foi assim II





Há um lugar no sul da Malásia onde se fala português. Numa pequena cidade, um grupo de descendentes de portugueses preservaram a língua, a cultura, a comida.
Em Malaca há um grupo de foclore, um museu de Portugal, ruas com apelidos portugueses, pastéis de nata, restaurantes da "Prima Vera" e um homem fantástico, de 80 anos, que fala um português perfeito.
Nunca nenhuma destas pessoas pôs o pé em Portugal. Malaca, ou Melaka, celebrou este ano os 500 anos de presença portuguesa. Não é saudosismo do tempo da outra senhora, é chegar tão longe e ver que somos mais que o país do Ronaldo.

E foi assim I







Kuala Lumpur é uma cidade que pode ser descrita por clichés. "A cidade onde o velho se mistura com o novo. A cidade da diversidade cultural." Só que para um ocidental, em KL (como lhe chamam os malaios) o velho, o novo e a diversidade cultural ganham um contorno especial.
No meio de uma multidão de muçulmanos, indianos e chineses há prédios gigantes de onde se pode avistar Chinatown, ou Litle India. Todas as manhãs, esses prédios recebem centenas de executivos, homens e mulheres de véu islâmico, acompanhadas ao trabalho pelos maridos. Normalmente, despedem-se deles com um beijo na mão.
Do outro lado da cidade, sob um calor abrasador e o típico verde tropical, pode-se entrar na China, ou na Índia, de tão preservados que são os hábitos nos bairros típicos.
KL impressiona não pelo tamanho, mas pela harmonia. Pelo caos calma que emana.

Monday, September 12, 2011

Na América


Não fui criada com a ideia de "que na América é que é bom". Pelo contrário, sempre olhei com desconfiança para o país.

Na minha educação de esquerda, os EUA não eram o berço da liberdade de expressão. Eram a imagem atual do colonialismo e imperialismo. Mas também me deram a conhecer outra América, a do Woody Allen, da Susan Sarandon, do Martin Luther King, do Movimento pelos Direitos Civis, do jazz a sul do Mississipi.

Depois fui crescendo e, meio às escondidas, comecei a ver Beverly Hills e a gostar de All Stars e de Levis. No pico da adolescência quis trocar a pacífica e histórica Praga pela cosmopolita Nova Iorque. No entanto, a minha desconfiança com a América e os americanos manteve-se.

Estive na rua a gritar contra a guerra do Iraque em 2004, sou activa na luta contra a pena de morte, completamente contra Guantánamo, muito crítica da falta de Segurança Social no país.

O ano passado visitei os EUA e percebi que, ao contrário do que se diz, os arrogantes, na maior parte das vezes, somos nós, europeus. Somos nós que nos achamos civilizacionalmente e culturalmente superiores. O que em vários aspectos corresponde à verdade, na Europa não há pena de morte, há Estado social e toda a gente tem mais do que duas semanas de férias.

Mas a América tem uma coisa, a meritocracia. É difícil ser-se um dia pobre e no outro milionário, não compro essa ideia do sonho americano. Mas do outro lado do Atlântico a escada social é muito mais fácil de subir. Muito mais. Nada está garantido, para o bem e o para mal.

Há dez anos eu via-a confiança americana ser abanada pela mais cobarde das maneiras, ainda sem saber que uma década depois estaria apaixonada pelo país.

Thursday, September 08, 2011

Back



Voltei ontem a Lisboa e hoje ao trabalho. Só amanhã consigo vir escrever alguma coisa de jeito:p

Wednesday, September 08, 2010

Na América

Detesto estereótipos e ideias pré-concebidas, mas mesmo assim lá vou tendo as minhas manias. E eu tinha a mania, e defendia-a com convicção, de que os americanos eram as pessoas mais egocêntricas e arrogantes do mundo. Pois é… afinal não são.

Passei as últimas três semanas nos EUA, em três cidades de dois estados diferentes. A princípio pensei que a simpatia das pessoas de São Petersburgo, na Flórida, se justificasse por ser uma cidade pequena do sul, onde as pessoas ainda têm tempo para conversar. Depois fui para Miami e pensei que enfim eram os sul-americanos que tornavam a frenética cidade num sítio familiar. Finalmente cheguei à selva. Apesar da enorme vontade em conhecer Nova Iorque, tinha o secreto receio que me atropelassem ou fizessem algo pior por lá…

Ao fim de três semanas só recebi sorrisos e boa vontade. Na maior parte das vezes nem precisava de dizer que estava perdida, havia sempre alguém que se aproximava e dizia “Do you need directions?” Numa me faltou uma alma simpática que me quisesse ajudar com os sacos, ou que me segurassem a porta, ou que me perguntassem de onde é que vinha. E quando não tinham bem a noção de onde ficava Portugal – a maioria conhecia o Cristiano Ronaldo e a selecção -, tinham curiosidade em saber mais. E a quantidade de mulheres – sim mulheres – que se aproximou de mim para dizer que gostava ou dos meus sapatos, ou da minha roupa, ou do meu estilo, assim sem me conhecerem de lado nenhum. E a quantidade de gente que me perguntou se eu queria que me tirassem uma fotografia?! Agora façamos uma refelxão interior e vejamos quantas vezes vemos os turistas a serem assim tratados na Europa, no nosso país, até mesmo por nós!

Sim, a América tem muitos defeitos, não passei a ser uma defensora do sistema de Estado capitalista selvagem, mas os americanos merecem ser vistos de outra maneira. Sem querer, deram-me uma enorme bofetada de luva branca, é que não se pode julgar o todo por uma pequena parte.

Podem-me dizer que tive sorte, mas já visitei muitas capitais europeias em que me nem sequer paravam para me indicar o nome de uma rua.

Friday, August 20, 2010

Live from... the states

Saí meio à pressa sem dizer para onde ia. Ainda estou aqui, mas em breve chego a Miami e conto terminar a viagem em Nova Iorque. Daqui a menos de três semanas conto tudo.

PS: Isto está a ser o máximo!!!!!

Friday, August 13, 2010

Desabafo quase em ponto de ebulição#3

Dormi duas horas a noite passada. Estive a acabar um trabalho. Às nove já estava a trabalhar em modo de pesquisa. Fui tratar dos últimos detalhes das férias que aívêm (sim a viagem aos states) na hora de almoço. O meu turno no jornal hoje terminou às 23:00. Fiquei até agora a legendar reportagens minhas em inglês, porque as vou analisar quando estiver no Poynter. Os meus olhos estão tão cansados que, quase, se fecham sozinhos. Tenho uma folha A5 cheia de assuntos para arrumar antes de entrar num avião sábado de manhã. E sabem que mais? É nestas alturas que penso 'Gracias a La Vida':)

Sunday, July 25, 2010

Fiéis

Na política, como na fé, há pessoas que nunca perdem os valores em que acreditam. Não temos de concordar com tudo o que dizem. Não precisamos de assinar por baixo de todos os seus atos.

O mais fascinante é quando, anos e anos depois de terem sido derrotados, continuam fiéis às suas crenças. Ser assim fiel a um tipo de fé, é qualquer coisa que me... deslumbra.

Saturday, July 03, 2010

Queridos nativos, europeus e americanos que passam férias ou trabalham em resorts,

Então é assim: nem todas as mulheres que vão sozinhas ou com amigas passar uns dias de descanso à beira-mar andam à procura de sexo ocasional.

Obrigada por se mostrarem interessados, mas em primeiro lugar não é obrigatório ser-se solteira e mal amada para se ir de férias com as amigas. (Só para esclarecer as coisas eu sou solteira, no entanto faço intenções de continuar a ter férias with my girls se algum dia esse estado civil se alterar)
Em segundo lugar - e por muito difícil que seja difícil de acreditar -, as pessoas podem gostar de se divertir, de dançar, rir e beber um copo sem segundas intenções.
Para terminar, sim é possível ir de férias para descansar, apanhar banhos de mar, banhos de sol, conhecer uma cultura nova e estar no dolce fare niente com aqueles de quem gostamos.

E pronto é isto!

Cabo Verde em imagens (só assim para fazer inveja)






Sunday, June 27, 2010

Regresso

Está tudo pronto para amanhã. Com os anos habituei-me a deixar de ter dores de barriga nos dias de regresso. O regresso ao trabalho, às rotinas, às saídas com os amigos, aos mimos da família, no fundo à vida de todos os dias.

Se dantes chegava sempre com o coração cheio de saudades dos dias de lazer, agora encaro tudo com naturalidade. Afinal, a vida é um enorme ciclo e daqui a umas voltas voltarei de novo ao descanso. Até lá, farei tudo para que a vida me continue a saber bem.