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Sunday, September 23, 2012

Foram bonitas as festas

O dia começou à meia-noite em ponto com um telefonema dos meus pais. Esta foi a primeira vez que passei a noite de 18 para 19 em minha casa, longe deles. Mesmo assim, continuam a ser os primeiros a darem-me os 'Parabéns'. Minutos depois de desligarmos voltou a tocar. Estive nisto por mais uma hora.

Seguiu-se um sono dos justos e uma manhã tranquila no jornal. Perdi a conta à quantidade de vezes que tive de me levantar da secretária para receber beijinhos e mimos sentidos. Almocei com duas amigas e colegas e antes de sair parti o primeiro bolo e entrei, oficialmente, nos 29.

O dia terminou em cheio com um jantar com família e amigos íntimos em casa dos meus pais. Depois disso, foi "correr" para ter tudo pronto a tempo da festa este sábado.

As alergias ainda deram sinal de sua graça, mas depois de uma sexta-feira passada a cozinhar foi a vez do festim dos amigos. Das 13h às 23h passaram muitos amigos e família por Sintra. Desviaram a rota do seu caminho para estarem comigo num dia especial. Soube-me tão bem.

Foram dias de festas, estes que acabaram de passar. Agora, venha de lá o outono!

O primeiro bolo, o do jornal

Pequeno-almoço com a Mariana

Almoço com a Mariana e a Liliana

O segundo bolo, o do jantar

O terceiro bolo, o da festa

Friday, August 10, 2012

Em modo pré-férias

Cheguei aquela altura em que já só consigo pensar nas férias. Meti o chip automático e as minhas preocupações são deixar o trabalho todo feito, preparar a viagem e orientar o regresso.

Fiz uma lista do trabalho que tinha de deixar feito, outra das coisas que tinha de levar e mais uma uma com o que tenho de deixar preparado para quando regressar.

Ando numa correria entre consultas do viajante, textos que têm de ficar prontos, amigos de quem tenho de me despedir e marcações que têm de ficar feitas para setembro.

Está quase.

Saturday, July 14, 2012

Stop to the food

Nos últimos dias andei a rebolar entre festas de aniversário, festas de família, almoços e jantares de trabalho, almoços, brunchs, lanches e jantares de amigos o que deixou a minha dieta num autêntico estado de nervos. O fim-de-semana passado no Algarve de papo para o ar e petiscos não ajudou à festa. Assim, nos próximos dias não se prevê que haja muito mais do que saladas e suminhos de fruta.

Tuesday, January 03, 2012

:-)

Os dias são longos e, na maioria das vezes, duros. Sem saber muito bem como acabo por dar sempre a volta. Devo-o à família e aos amigos, os melhores deste mundo.
No meio de todas as correrias e confusões há momentos que me deixam com um enorme sorriso nos lábios:-)

Hoje, mudámos de lugares no jornal e, no meio da tralha perdida, encontrei as velas do bolo que parti, no trabalho, no dia dos meus 28 anos.

2011 foi o ano de muita coisa difícil, mas foi também um ano de novos e bons amigos.

Wednesday, December 21, 2011

O Natal é uma festa!

O ano passado houve babyshower, mas este ano a casa esteve enfeitada a sério e a festa não faltou.

A princípio não sabia muito bem que tipo de festa que ia fazer. Só sabia que tinha Mesmo de haver e que toda a gente se ia apertar no T2 de Campo de Ourique.

Em casa dos meus pais sempre houve festa de Natal, que acabava por se misturar com os anos deles (o meu pai faz a 17 e a minha mãe a 24). Mudam-se as casas e adaptam-se tradições. Como ia convidar muita gente, e porque nesta altura todos nós temos dezenas de compromissos sociais, achei que o período de festa não devia ter um limite. Vai daí pensei fazer uma coisa que é hábito nos subúrbios americanos: a open house for Christmas.

Na altura em que as casas estão decoradas e a iluminação é inaugurada os moradores abrem as suas casas por um dia.

E eu decidi fazer o mesmo. A Bimby ajudou (e muito), aproveitei todos os espacinhos lá de casa e os amigos apertaram-se. Foi tão bom:-)

Ementa:
- Baclhau com natas
- Arroz de pato (para quem jantou)
- Ovos mexidos com ervas
- Rabanadas
- Bolo Rei
- Bolo de Natal
- Croissants
- Chamuças
- Scones
- Pastéis de nata
- Bolo de chocolate
- Bolo de Natal
- Camarões da minha mãe
- Bolo de Natal
- Docinhos feitos pela L.
E para beber sumos de frutos e chá







Tuesday, October 11, 2011

Sou rapariga dos seis segundos

Gosto de aproveitar o dia, aproveitar os dias. Trabalho o dia todo num jornal, onde não tenho o típico horário das 9h às 5horas, tenho um segundo trabalho que envolve pesquisa, faço um mestrado, ginásio três vezes por semana, no meio disto tudo tentar dar o máximo de mim aos meus pais e aos amigos.

A juntar a isto, faço questão de não perder peça, filme, exposição, inauguração, festa ou o que for... Daí que a R. me chame a rapariga dos seis segundos... a miúda que não consegue estar parada a fazer nada.

É verdade. Detesto vegetar ou espreguiçar, tenho sempre a sensação que a vida corre demasiado depressa pelas mãos e há que aproveitar. Ir sempre mais além, mesmo que isso obrigue a acumular algum cansaço.

Mas dá trabalho, muito trabalho. Há que conseguir conciliar tudo. Tenho sempre uma pasta comigo com o material necessário, um saco do ginásio, a vida toda em três agendas (pessoal, trabalho, iPhone), um iPad, uma bolsa de maquilhagem e uns sapatos rasos para correr de um lado para o outro.

Acordei às seis, não tive uma folga esta semana, mas a vida sabe-me bem assim:-)

Thursday, March 03, 2011

Núcleo duro

Gosto de pessoas que "me entram" devagarinho. Começam por chegar com um sorriso, uma simpatia, ou uma opinião que me marca. Raramente são iguais a mim, mas em todas encontro pontos em comum.

Primeiro partilho bocadinhos da vida com elas. Aos poucos começo a encontra-las nos livros, na música, no cinema, nas viagens, nos sonhos. Por fim, acabo por partilhar a minha vida com elas. E isso sabe tão bem.

Ao meu núcleo duro.

Sunday, November 21, 2010

Do sonho à vida real

Sou romântica. Não há nada a fazer. Já desisti de deixar de ser assim. Em tudo o que me acontece ou sonho ponho sempre uns pózinhos de romantismo... seja em que sector da vida for.

Desde sempre que imaginei que quando morasse sozinha que volta e meia ia sair do trabalho, passar pelo supermercado gourmet, comprar o que de mais exótico houvesse e cozinhar um jantar tranquilamente para os meus diferentes grupos de amigos. Ah! e fazia isto tudo de saltos altos, muito bem pintada e maquilhada.

Pois é. Mas na vida real as coisas acontecesse de uma maneira um bocadinho diferente... É chegar em cima da hora para começar a cozinhar, sair a correr, de carteira na mão, três ou quatro vezes para ir ao supermercado mais perto comprar tudo o que me esqueci e despenteada e ar desesperado servir a comida com algum tempo de atraso. Só que como sou romântica, acho que a confusão do primeiro jantar de amigos se deve, apenas, ao facto de ter sido o primeiro...

Sunday, June 27, 2010

Regresso

Está tudo pronto para amanhã. Com os anos habituei-me a deixar de ter dores de barriga nos dias de regresso. O regresso ao trabalho, às rotinas, às saídas com os amigos, aos mimos da família, no fundo à vida de todos os dias.

Se dantes chegava sempre com o coração cheio de saudades dos dias de lazer, agora encaro tudo com naturalidade. Afinal, a vida é um enorme ciclo e daqui a umas voltas voltarei de novo ao descanso. Até lá, farei tudo para que a vida me continue a saber bem.

Thursday, June 03, 2010

Todos os dias*


Todos os dias acordo às 6 da manhã. Em três desses dias vou ao ginásio. 1h30m de exercício, mas meia hora para passar creme pelo corpo e maquilhagem na cara. (Já não me consigo ver sem eles)

Às 9 estou a trabalhar, numa jorna que nunca acaba antes das 22 horas. Pelo meio um almoço com amigas ou uma sandes, mas sempre a correr. O destino é incerto, varia consoante o que tenho em mãos para fazer. Uma das melhores coisas do meu trabalho é que não tem rotina. Um dia fico 10 horas em frente a um computador, no outro passo o dia a correr numa qualquer auto-estrada do país.

Depois das 22 vêm os compromissos sociais. Altura para compensar as horas de trabalho. Tango, alemão, árabe, voluntariado, tentar ser um bocadinho mais do que a profissão. Num instante os raros momentos de folgas enchem-se a tentar ver a família e os amigos de quem a vida me obriga a estar (demasiado) distante.

Quando chego a casa e pouso as chaves no móvel da entrada sei que a rotina ainda não acabou. Há uns quaisquer capítulos para ver, um texto para escrever, uma biografia para pesquisar, mails para responder.

Antes de me deitar limpo, religiosamente, a pele. Lavo os dentes e volto a passar creme pelo corpo. Só me aninho nos lençóis depois de escolher a roupa, os sapatos, a mala e os acessórios para o dia seguinte.

Durmo 4horas por dia. Várias vezes penso que vale a pena o esforço, ou será que um dia vou acordar e pensar 'para quê?' Será que no fim terei na memória a Primavera da vida?...

* inspirado aqui.