Equilíbrio. É este o meu maior desejo para o ano que já começou há dois meses. Nunca o pus em nenhuma de metas a atingir, mas o primeiro mês do ano fez-me perceber que temos de ter equilíbrio, entre a vida entre o trabalho.
Não dá para acreditar que consigo chegar a todos os lugares, dormir um máximo de 4horas e adiar o descanso para as calendas gregas. Prometi a mim mesma que ia dar mais caminhadas, tentar dormir mais, regrar-me de forma a ter tempo para ler, ver séries e fazer nenhum em casa.
Não se trata de fazer menos coisas, trata-se simplesmente de as orientar de forma diferente... Sou a minha prioridade e para tal mereço ter tempo... para mim.
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Friday, February 03, 2012
Tuesday, October 11, 2011
Sou rapariga dos seis segundos
Gosto de aproveitar o dia, aproveitar os dias. Trabalho o dia todo num jornal, onde não tenho o típico horário das 9h às 5horas, tenho um segundo trabalho que envolve pesquisa, faço um mestrado, ginásio três vezes por semana, no meio disto tudo tentar dar o máximo de mim aos meus pais e aos amigos.
A juntar a isto, faço questão de não perder peça, filme, exposição, inauguração, festa ou o que for... Daí que a R. me chame a rapariga dos seis segundos... a miúda que não consegue estar parada a fazer nada.
É verdade. Detesto vegetar ou espreguiçar, tenho sempre a sensação que a vida corre demasiado depressa pelas mãos e há que aproveitar. Ir sempre mais além, mesmo que isso obrigue a acumular algum cansaço.
Mas dá trabalho, muito trabalho. Há que conseguir conciliar tudo. Tenho sempre uma pasta comigo com o material necessário, um saco do ginásio, a vida toda em três agendas (pessoal, trabalho, iPhone), um iPad, uma bolsa de maquilhagem e uns sapatos rasos para correr de um lado para o outro.
Acordei às seis, não tive uma folga esta semana, mas a vida sabe-me bem assim:-)
A juntar a isto, faço questão de não perder peça, filme, exposição, inauguração, festa ou o que for... Daí que a R. me chame a rapariga dos seis segundos... a miúda que não consegue estar parada a fazer nada.
É verdade. Detesto vegetar ou espreguiçar, tenho sempre a sensação que a vida corre demasiado depressa pelas mãos e há que aproveitar. Ir sempre mais além, mesmo que isso obrigue a acumular algum cansaço.
Mas dá trabalho, muito trabalho. Há que conseguir conciliar tudo. Tenho sempre uma pasta comigo com o material necessário, um saco do ginásio, a vida toda em três agendas (pessoal, trabalho, iPhone), um iPad, uma bolsa de maquilhagem e uns sapatos rasos para correr de um lado para o outro.
Acordei às seis, não tive uma folga esta semana, mas a vida sabe-me bem assim:-)
Monday, June 20, 2011
Pode um dia o mundo acabar
Penso nisto muitas vezes. Demasiadas vezes. Na curta distância que nos separa entre a tranquilidade dos nossos mundos imperfeitos e o fim deles.
Sim, eu sei, um dia tudo chega a um fim. Mas assusta-me essa ideia do fim. Do fim do meu mundo.
É por isso que vivo numa enorme correria, que tento aproveitar todos os minutos do meu dia. É por isso que não me canso de beijar os que amo, que ainda não desisti de dizer a todas as pessoas o quanto gosto delas.
É por isso que corro. Todos os dias.
Sim, eu sei, um dia tudo chega a um fim. Mas assusta-me essa ideia do fim. Do fim do meu mundo.
É por isso que vivo numa enorme correria, que tento aproveitar todos os minutos do meu dia. É por isso que não me canso de beijar os que amo, que ainda não desisti de dizer a todas as pessoas o quanto gosto delas.
É por isso que corro. Todos os dias.
Saturday, June 11, 2011
Às vezes ter tempo dá nisto...
estou a ver na net packs de massagens para perder celulite. há uma hora!
Friday, May 14, 2010
O povo é sereno!
Passaram 9 meses. Só hoje comecei a apagar fotografias do computador. Mas tudo tranquilo. O povo voltou a ser sereno.
Thursday, April 01, 2010
Tempo

Subitamente o tempo parou de contar. Sem querer agarrei o momento e pedi aos deuses que o congelassem. Eternizei-o.
Deixei-o assim por largos meses. Não quis saber do que acontecia à volta. Violei as leis, quebrei as regras, parti todos os relógios que havia em casa. Fingi que nada me afectava. Continuei a eternizar o momento.
Escondi os medos na gaveta. Ignorei os alertas que pareciam vir do futuro. Não quis saber. Desliguei. De tudo.
Mandei o mundo ao ar e fui dar uma volta no... autêntico carrossel das emoções. Joguei a carta mais alta do baralho.
Acabei por perder a aposta. E subitamente os ponteiros do relógio voltaram a contar o tempo.
Friday, September 14, 2007
Quase 24 II

"Este céu passará e então teu riso descerá dos montes pelos rios até desaguar no nosso coração"
Ruy Belo
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