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Monday, January 23, 2012
Wednesday, December 21, 2011
O Natal é uma festa!
O ano passado houve babyshower, mas este ano a casa esteve enfeitada a sério e a festa não faltou.
A princípio não sabia muito bem que tipo de festa que ia fazer. Só sabia que tinha Mesmo de haver e que toda a gente se ia apertar no T2 de Campo de Ourique.
Em casa dos meus pais sempre houve festa de Natal, que acabava por se misturar com os anos deles (o meu pai faz a 17 e a minha mãe a 24). Mudam-se as casas e adaptam-se tradições. Como ia convidar muita gente, e porque nesta altura todos nós temos dezenas de compromissos sociais, achei que o período de festa não devia ter um limite. Vai daí pensei fazer uma coisa que é hábito nos subúrbios americanos: a open house for Christmas.
Na altura em que as casas estão decoradas e a iluminação é inaugurada os moradores abrem as suas casas por um dia.
E eu decidi fazer o mesmo. A Bimby ajudou (e muito), aproveitei todos os espacinhos lá de casa e os amigos apertaram-se. Foi tão bom:-)
Ementa:
- Baclhau com natas
- Arroz de pato (para quem jantou)
- Ovos mexidos com ervas
- Rabanadas
- Bolo Rei
- Bolo de Natal
- Croissants
- Chamuças
- Scones
- Pastéis de nata
- Bolo de chocolate
- Bolo de Natal
- Camarões da minha mãe
- Bolo de Natal
- Docinhos feitos pela L.
E para beber sumos de frutos e chá






A princípio não sabia muito bem que tipo de festa que ia fazer. Só sabia que tinha Mesmo de haver e que toda a gente se ia apertar no T2 de Campo de Ourique.
Em casa dos meus pais sempre houve festa de Natal, que acabava por se misturar com os anos deles (o meu pai faz a 17 e a minha mãe a 24). Mudam-se as casas e adaptam-se tradições. Como ia convidar muita gente, e porque nesta altura todos nós temos dezenas de compromissos sociais, achei que o período de festa não devia ter um limite. Vai daí pensei fazer uma coisa que é hábito nos subúrbios americanos: a open house for Christmas.
Na altura em que as casas estão decoradas e a iluminação é inaugurada os moradores abrem as suas casas por um dia.
E eu decidi fazer o mesmo. A Bimby ajudou (e muito), aproveitei todos os espacinhos lá de casa e os amigos apertaram-se. Foi tão bom:-)
Ementa:
- Baclhau com natas
- Arroz de pato (para quem jantou)
- Ovos mexidos com ervas
- Rabanadas
- Bolo Rei
- Bolo de Natal
- Croissants
- Chamuças
- Scones
- Pastéis de nata
- Bolo de chocolate
- Bolo de Natal
- Camarões da minha mãe
- Bolo de Natal
- Docinhos feitos pela L.
E para beber sumos de frutos e chá






Thursday, December 01, 2011
It's beginning to look a lot like Christmas
O Natal passado tinha-me mudado em novembro, a casa estava uma confusão, havia o babyshower do Manel para preparar, as compras para fazer e, o mais importante, o trabalho. Por isso, esteve quase para não haver árvore de Natal cá em casa, mas no início do mês de dezembro não resisti e comprei uma artificial.
O problema é que desde sempre quis uma árvore especial para a "minha casa". Sempre idealizei um pinheiro gigante (iguais aos da casa da família, até no ano passado a minha se ter tornado ecologista), artisticamente decorado e com luzes por todo o lado.
Em janeiro comecei o plano para construir a árvore perfeita. Aproveitei os saldos para comprar enfeites e decidi que o pinheiro seria em tons de branco e prateado, apimentado com as bolas que fui coleccionando ao longo dos anos e que têm aquele significado especial.
Agora que o Natal foi, oficialmente, inaugurado nesta casa posso dizer que, mais do que um tema, o que eu quero é que a árvore vá crescendo à medida que crescerem as memórias. Sim, está um pouco nua, no entanto sei que a vou vestir nos próximos anos. Seja com uma bola trazida do outro lado do mundo, ou com um enfeite artesanal comprado ao fundo da rua.
Este ano, tal como no ano passado, a minha árvore tem um significado.




O problema é que desde sempre quis uma árvore especial para a "minha casa". Sempre idealizei um pinheiro gigante (iguais aos da casa da família, até no ano passado a minha se ter tornado ecologista), artisticamente decorado e com luzes por todo o lado.
Em janeiro comecei o plano para construir a árvore perfeita. Aproveitei os saldos para comprar enfeites e decidi que o pinheiro seria em tons de branco e prateado, apimentado com as bolas que fui coleccionando ao longo dos anos e que têm aquele significado especial.
Agora que o Natal foi, oficialmente, inaugurado nesta casa posso dizer que, mais do que um tema, o que eu quero é que a árvore vá crescendo à medida que crescerem as memórias. Sim, está um pouco nua, no entanto sei que a vou vestir nos próximos anos. Seja com uma bola trazida do outro lado do mundo, ou com um enfeite artesanal comprado ao fundo da rua.
Este ano, tal como no ano passado, a minha árvore tem um significado.
Monday, November 28, 2011
Ataque de domingo à noite
Foi um bom fim-de-semana, o que passou. Quando regressei a casa me comecei a preparar para o dia seguinte, "embrulhei-me" numa data de coisas no quarto-ainda-vazio-que-eu-não-sei-muito-bem-o-que-fazer. Percebi que precisava de uma mínima arrumação.
É que isto de andar sempre a correr é muito bonito, mas depois passa um ano e as paredes da casa nova ainda estão nuas. Tão nuas que a casa continua a ser chamada de nova...
Adiante. No quarto dos arrumos (a tal divisão do nome comprido) há um pequeno cenário pós-terramoto, onde os charriots se misturam com os papéis e as malas de viagem fazem de guarda-roupa.
Fartei-me da confusão e comecei a querer arrumar tudo. E, para meu espanto, encontro presentes que me deram no Natal passado, ainda dentro da embalagem. Isto para nem sequer falar dos comprimidos misturados com perfumes e vernizes ainda no frasco. (Um mimo.)
Pus mãos à obra e em pleno domingo à noite lá andava eu, feita louca, a organizar "montinhos": coisas novas que não quero; coisas que gosto muito; lembranças de viagens; lixo; etc... A arrumação ainda vai no adro e cheira-me que hoje me vai dar um ataque de segunda-feira à noite.
É que isto de andar sempre a correr é muito bonito, mas depois passa um ano e as paredes da casa nova ainda estão nuas. Tão nuas que a casa continua a ser chamada de nova...
Adiante. No quarto dos arrumos (a tal divisão do nome comprido) há um pequeno cenário pós-terramoto, onde os charriots se misturam com os papéis e as malas de viagem fazem de guarda-roupa.
Fartei-me da confusão e comecei a querer arrumar tudo. E, para meu espanto, encontro presentes que me deram no Natal passado, ainda dentro da embalagem. Isto para nem sequer falar dos comprimidos misturados com perfumes e vernizes ainda no frasco. (Um mimo.)
Pus mãos à obra e em pleno domingo à noite lá andava eu, feita louca, a organizar "montinhos": coisas novas que não quero; coisas que gosto muito; lembranças de viagens; lixo; etc... A arrumação ainda vai no adro e cheira-me que hoje me vai dar um ataque de segunda-feira à noite.
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Tuesday, August 02, 2011
Sunday, July 17, 2011
Diário da casa nova #8
Andei a escolher as fotos a espalhar pelas molduras cá de casa. Não escolhi aquelas em que estamos mais bonitos, preferi as que simbolizam um momento especial na vida. 120 já estão na pen e ainda falta ir ao baú, ao tempo em que não tirava fotos digitais. Bonito.
Tuesday, May 03, 2011
Diário da casa nova#7
já nos tratamos por tu.
Thursday, December 09, 2010
Primeiro mês
Começo-lhe a conhecer os cantos. Não me perco no caminho, nem tenho medo do escuro à noite. Convivo bem nesta união de facto. Eu e ela, a minha casa nova, já celebramos o primeiro mês de vida a dois.
Sunday, November 28, 2010
O caminho mais difícil

Com a casa nova, a primeira onde moro sozinha, oiço constantemente aquela frase bonita: e o seu marido? Volta e meia lá há quem diga 'namorado'. O melhor que já ouvi de imobiliárias, lojas de móveis, decoração e companhia é se a casa é só para mim... por agora.
Respondo sempre com um ligeiro sorriso amarelo que sim. E que estou a viver um dos momentos mais desejados da minha vida. Recebo, quase sempre, um sorriso de pena. Sim, porque na realidade é melhor (e isto não significa mais fácil) começar um projecto a dois.
Ter alguém com quem repartir as despesas, alguém que ajude a tratar dos milhões de papéis, alguém com quem discutir os móveis e o estilo da casa, alguém que se ofereça para carregar as compras, no fundo ter alguém que seja o porto de abrigo do fim do dia. A estabilidade.
Crescemos com a noção romântica de que vai chegar aquela altura, lá para os 20 anos, em que vamos conhecer a tal pessoa. Mal ou bem vamos acabar por ficar com essa pessoa. Aquela que nos completa, que nos faz palpitar o coração de cada vez que mete a chave à porta, a que conhece os nossos segredos mais profundos.
Só que depois... a vida complica-se. Conhecemos pessoas que nos fazem mal e caímos ao chão. Conhecemos pessoas que "apenas" nos magoam por não gostarem de nós da mesma maneira que nós gostamos delas. Conhecemos pessoas que magoamos sem querer porque não gostamos delas. Acabamos sempre por nos levantar e recomeçar. Dê lá por onde der, damos a volta. Custa. Dói. Mas damos a volta, mesmo que o coração trema por largos meses ao ver a cara desejada.
Neste longo processo de crescimento percebemos que não podemos estar à espera de situações perfeitas para seguir em frente. A vida também continua se estivermos sozinhos. E é este o caminho mais difícil. Aprender a estar bem sozinha, a gerir o espaço para uma só pessoa, a ter "vida" sozinha. Tudo isto pressupõe uma entrega enorme, a mais difícil de todas. A entrega que fazemos a nós próprios. Sem certezas de que o futuro nos vá dar algo a dois.
Apesar de ser mais fácil - e bem melhor -, partilhar a vida com alguém especial, eu continuo a preferir ter-me a mim por companhia do que arranjar uma pessoa só por arranjar. Foi este o compromisso que já há muito fiz comigo. Tenciono cumpri-lo. Por mais que as minhas noites sejam inundadas de nostalgia.
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Sunday, November 21, 2010
Do sonho à vida real
Sou romântica. Não há nada a fazer. Já desisti de deixar de ser assim. Em tudo o que me acontece ou sonho ponho sempre uns pózinhos de romantismo... seja em que sector da vida for.
Desde sempre que imaginei que quando morasse sozinha que volta e meia ia sair do trabalho, passar pelo supermercado gourmet, comprar o que de mais exótico houvesse e cozinhar um jantar tranquilamente para os meus diferentes grupos de amigos. Ah! e fazia isto tudo de saltos altos, muito bem pintada e maquilhada.
Pois é. Mas na vida real as coisas acontecesse de uma maneira um bocadinho diferente... É chegar em cima da hora para começar a cozinhar, sair a correr, de carteira na mão, três ou quatro vezes para ir ao supermercado mais perto comprar tudo o que me esqueci e despenteada e ar desesperado servir a comida com algum tempo de atraso. Só que como sou romântica, acho que a confusão do primeiro jantar de amigos se deve, apenas, ao facto de ter sido o primeiro...
Desde sempre que imaginei que quando morasse sozinha que volta e meia ia sair do trabalho, passar pelo supermercado gourmet, comprar o que de mais exótico houvesse e cozinhar um jantar tranquilamente para os meus diferentes grupos de amigos. Ah! e fazia isto tudo de saltos altos, muito bem pintada e maquilhada.
Pois é. Mas na vida real as coisas acontecesse de uma maneira um bocadinho diferente... É chegar em cima da hora para começar a cozinhar, sair a correr, de carteira na mão, três ou quatro vezes para ir ao supermercado mais perto comprar tudo o que me esqueci e despenteada e ar desesperado servir a comida com algum tempo de atraso. Só que como sou romântica, acho que a confusão do primeiro jantar de amigos se deve, apenas, ao facto de ter sido o primeiro...
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Sunday, July 25, 2010
Diário da casa nova#6
Escolhi fazer as coisas com calma, apesar de estar cheia de vontade de me mudar. Enquanto espero pelos móveis vou encaixotando 26 anos de vida. O mais bonito de tudo é encontrar objectos que nos fazem viajar no tempo, seja para nos levar aos momentos mais felizes ou aos menos felizes.
Gracias a la vida que a balança pende para o lado dos mais felizes.:)
Gracias a la vida que a balança pende para o lado dos mais felizes.:)
Saturday, July 03, 2010
Diário da casa nova#5
Só quero aqui dizer que mobilar e decorar uma casa nova é uma árdua tarefa. Bem árdua!
Tuesday, June 15, 2010
Saturday, June 05, 2010
Diário da casa nova #3
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Entrega. É esta a palavra chave para quem toma o passo de ir morar sozinho. Como eu. Sem amigos ou família. É entregar-se a uma nova vida, onde não há certeza alguma de que um dia a casa vá ser ocupada por duas pessoas. Não é o mesmo que fazer planos de futuro com a cara-metade. Quem se muda a dois também se entrega, mas sobretudo partilha.
E desculpem lá, mas isso exige coragem. Fico contente de a ter.
Tuesday, June 01, 2010
Sunday, May 30, 2010
Diário da casa nova #1
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Comprei isto hoje, por impulso, em pleno CCB. É a primeira coisa que compro para a casa nova. Vai ficar no escritório/closet/espaço dos sobrinhos. Foi um coup de coeur.
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