Tuesday, July 31, 2012

Barceloooona...:-)

Está aqui tão perto mas andei a desprezá-la este tempo todo. Barcelona é uma cidade linda, mesmo. É como aquelas mulheres elegantes, inteligentes, interessantes e bonitas. Tem um quelque chose que eu não consigo dizer bem o que é.

Pode ser que venha da luz, da arquitetura, da diversidade cultural, da vida das ruas, do cheiro saudável da comida que emana dos restaurantes, da temperatura amena da água que a banha.

Seja o que for, foi suficiente para eu ficar com muita vontade de lá voltar.

Fins després!

Saturday, July 14, 2012

Stop to the food

Nos últimos dias andei a rebolar entre festas de aniversário, festas de família, almoços e jantares de trabalho, almoços, brunchs, lanches e jantares de amigos o que deixou a minha dieta num autêntico estado de nervos. O fim-de-semana passado no Algarve de papo para o ar e petiscos não ajudou à festa. Assim, nos próximos dias não se prevê que haja muito mais do que saladas e suminhos de fruta.

Amigas *

No outro dia estava a pensar em fazer uma sessão fotográfica com as melhores amigas e quando dei por mim já contava com oito na lista. Vieram em fases muito diferentes, mas hoje em dia estão em speed dial no telefone para os bons e maus momentos. Não há nada melhor:-)

Tuesday, July 10, 2012

E um dia...

"Desde quando deixaste de gostar de mim?

Agora, quando vi que uma coisa maravilhosa não ia acontecer"

Doll House, de Ibsen (citado de memória)

Não sou capaz de ficar por metades. Quando gosto de uma pessoa é a sério. Intenso. Gosto dessa pessoa todos os dias, projecto a minha vida com ela, seja no amor, na amizade, no trabalho.

Muitas vezes os mais próximos dizem que estou a dar demais. Digo que vale a pena. Na verdade, tenho muita dificuldade em desistir de alguém.

Só que chega aquele momento, em que percebo a maneira como a tal pessoa me vê. No fundo, a maneira como não retribui o meu amor e carinho. É aí que perco o amor. Não deixo de gostar dela, mas deixo de a ver com os mesmos olhos.

Friday, June 29, 2012

No topo de Portugal

Dizer que a experiência foi avassaladora é pouco. A subida ao ponto mais alto de Portugal (2351m)foi dura. Muito dura. Apanhámos chuva, frio, nevoeiro, vento, tive de fazer escalada e o diabo a sete para não me espetar por ali abaixo.

Quando chegámos aos 1700m, o guia voltar para baixo, mas não fazia sentido nenhum ir escrever uma reportagem sobre a subida ao Pico sem subir... Era a pessoa do grupo com mais dificuldades no trajeto... mesmo assim só havia uma decisão: continuar a subir. Ao fim de quatro horas, já de luvas e carapuço, a bater o dente por todo o lado chegámos lá acima.

Na cratera a sensação de conquista é incrível. Não pensei na quantidade de vezes que me assoei às mãos, porque os lenços praticamente se evaporavam, nem na roupa que de tão molhada que estava se colava completamente ao corpo, nem nos dedos que já não sentia, muito menos no facto de ter de fazer xixi acocorada entre pedregulhos. "Consegui" era a única coisa que me assaltava a mente.

E se a subida foi difícil, mais complicada foi a noite. O vento fez com que a tenda caísse por cima de nós várias vezes. O frio não nos deixou pregar o olho. Só que a luz das estrelas e vista sobre o resto da terra, que ali parecia tão pequenina, compensou a alma.

O mais difícil estava para vir no fim. A descida durou cinco horas. O cansaço nas pernas e o piso escorregadio deixaram-me quase sem fôlego, valeu o atencioso guia Manuel, que não me deixou por um minuto.

Se fosse hoje, varia tudo de novo.

PS: A aventura está nas páginas da REVISTA do Expresso da semana passada:-)

Monday, June 25, 2012

Esta semana vai ser daquelas

Dois exames seguidos. Trabalho das 8 da manhã até às tantas da noite três dias seguidos, com textos para a Revista, trabalho no site e fase final do livro. Duas festas de aniversário. Para completar, no fim-de-semana há trabalho e mais uma festa. Ui... A minha vida promete...

Sunday, May 27, 2012

Home in heaven

Para conseguir fazer mil e uma cenas todos os dias, deixei para trás uma coisa básica... a decoração da minha casa. Há mais de um ano que lá estou e ainda não molduras na parede e uma divisão por decorar. Esta semana vou passar pela loja de móveis e "construir" o escritório/closet mais bonito do mundo.Há que ter prioridades na agenda:-)

Sunday, May 13, 2012

Primeiro banho de mar e...

... a ver se é desta que regresso ao blogue... muiiiiiiiiiiitas coisas. muah

Saturday, March 31, 2012

Uma semana e meia de...

... Pesadelo.
Primeiro o iPhone morreu. Com ele levou a minha vidinha toda. Durante dois dias devo ter sido a pessoa que mais visitou a Vodafone, a Apple e a PC Clinic. No dia a seguir o computador apanhou não sei quantos mil vírus e com isto lá foram umas centenas de euros.
Entre isto tudo começo a sentir-me estranha, com a garganta a doer. Pensei que se resolvia com aulins e fiz-me à estrada para fazer a mini maratona. Milhares de pessoas que queriam fazer tudo menos correr. Ora para quem faz desporto e gosta de correr como eu, ser "travada" só porque alguém quer tirar uma fotografia a meio da ponte é um bocado chato. A juntar a tudo os ténis escorregavam no tabuleiro da ponte, não me espalhei ao comprido por pouco... Depois de cortar a meta começo a sentir o corpo quente, mas o aulin já não foi a tempo. Percebi que vinha aí mais uma amigdalite, mas mesmo assim fui trabalhar. À hora de jantar passei pelo COntinente para ter em casa o essencial para passar dois dias de febre e dores de garganta. (Pensei que estava a ser muito previdente) Quando desliguei o computador do jornal perto da meia noite fui direta às urgências da Cuf, o resultado foi o esperado. Amigdalite e otite que provocavam a tal febre. Antibiótico e montes de comprimidos a tomar. 39 minutos para os aviar na farmácia de serviço.... Ao fim disto tudo cheguei a casa a pensar que ao fim de dois dias já estaria a recuperar... Wrong!
Ao fim de quatro doses de antibiótico a febre aumentam e as dores também. Médico outra vez. Análises, injecçōes para as dores, febre, soro e antibiótico injectável que só começou a fazer efeito ao fim de QUATRO dias e não um, como era suposto. Médicos e mais médicos. Tirar ou não tirar as amígdalas. Trabalho Muito acumulado. Agenda totalmente caótica. Defesas muiiiiiito em baixo.
E ontem lá comecei a voltar à vida. Devagar que o tratamento ainda é para continuar e tenho ordens médicas de descanso... Anyway... O iPhone voltou, o computador também e tornei me a best friend do meu iPad. Life goes on.

Thursday, March 08, 2012

It was the best of times, it was the worst of times

Desde pequenina que sei que queria ser Jornalista. Não sei se o vou ser até ao fim da vida, mas tem sido com muita persistência que me tenho aguentado no barco.

Desde a escola secundária que sei que queria trabalhar no Público. À media que fui crescendo e amadurecendo ganhei vontade pelo caminho que queria ser profissionalmente. O Público era um dos jornais lá se casa. Do pequeno tamanho da minha altura habituei-me a lê-lo no chão. Para mim era enorme, tal e qual como o Expresso que eu só podia ler supervisionada para não "desmanchar" o jornal todo.

Cresci com o Público e foi por isso que um dos dias mais felizes foi aquele em que lá entrei para estagiar. Lembro do sol de inverno me bater na cara quando fui "entregue" à minha editora. Numa voz brusca, que em pouco tempo se tornou suave, ela avisou: estamos em campanha, não tenho tempo para ti". Cavaco estava a dias de ser eleito e eu comecei a semana na Ajuda, em plena campanha de Louçã.

A vida deu voltas que eu nunca imaginei e três meses depois era convidada a ficar no jornal. O salário era uma ninharia e veio de forma precária, mas era o meu sonho a concretizar-se. O Público, a política, a São José.

Saí de lá pouco mais de um ano depois. Pelo meio ficou a Casa Pua, os Conselhos de Redacção extraordinários, a campanha do aborto, a paridade, o Parlamento e a memória dos que "fizeram" a nossa liberdade e que eu ajudei a contar.

Foram dias extraordinários. Uns muito bons, outros muito maus. Guardo do jornal algumas pessoas para sempre. Mas nenhuma delas é minha amiga. E isso não tem mal nenhum, porque o que vivemos juntos faz com que eu as tenha para sempre na memória.

Hoje, trabalho no Expresso e é lá que tenho alguns dos meus amigos para a vida.

Sábado revi muitas das pessoas que fizeram parte do projecto de comunicação mais especial do país. Não se foi o melhor, mas foi o mais especial. Falei com todos com quem trabalhei de perto, abracei os que me eram mais chegados. Foi bom, muito bom. E, apesar de tudo o que se tenha metido pelo meio, valeu a pena. E sentir isso é do melhor da vida:-)

Sunday, February 26, 2012

E as primeiras férias de 2012 foram...

... em família e para lá de espectaculares!!!!!
No Natal, ofereci aos meus pais uma viagem a Roma e, no postal que acompanhava o presente, pedi encarecidamente que me levassem com eles. E assim foi:-)

Não temos muito tempo de qualidade juntos e estes dias souberam-me a ouro. Fomos só nós os três, a visitar uma cidade que nenhum conhecia, a rir e a conversar bastante.

Acho que foi um bom prenúncio do ano familiar que agora começa...:-)






Saturday, February 11, 2012

Foi uma semana assim...



A semana fez-se de trabalho. Escrever, fotografar, ler, escolher foram os verbos que se conjugaram a nível profissional. Do outro lado da vida, houve lançamentos de livros, festas e crepes ao fim do dia. Em casa, o ninho encheu-se de cookies, acompanhadas por iogurte, mantas e televisão.

Thursday, February 09, 2012

:-) #3

Na semana em que estive doente duas amigas foram me visitar a casa. Estava exausta, mas como tenho o síndrome da dona de casa perfeita não deixei que me trouxessem nada da rua.
Aqueci umas pizas no forno, servi sopa da mamã e um fondue de morangos e chocolate. A amigdalite impediu de fazer algo mais elaborado, no entanto ainda meti a bimby a trabalhar com os morangos que sobraram. Saiu um delicioso sumo que foi a estrela da noite.
Desde aí todas as semanas faço o mesmo. Os morangos estão cheios de ferro, não engordam e enriquecem uma refeição. Experimentem!

Receita
Ingredientes
500 grs de morangos
30 grs de açúcar
600 dcl de água

Trituram se os morangos com o açúcar durante 6 minutos na velocidade 9. Depois junta se a água e mexe se na velocidade 3 por 6 segundos.

Saturday, February 04, 2012

Home sweet home

É sábado e eu já fui às compras, arranjar as unhas, almoçar com a família e agora tenho a roupa a lavar e estou a arrumar a casa. É desta que me transformo em dona de casa.

Friday, February 03, 2012

Um desejo para 2012

Equilíbrio. É este o meu maior desejo para o ano que já começou há dois meses. Nunca o pus em nenhuma de metas a atingir, mas o primeiro mês do ano fez-me perceber que temos de ter equilíbrio, entre a vida entre o trabalho.

Não dá para acreditar que consigo chegar a todos os lugares, dormir um máximo de 4horas e adiar o descanso para as calendas gregas. Prometi a mim mesma que ia dar mais caminhadas, tentar dormir mais, regrar-me de forma a ter tempo para ler, ver séries e fazer nenhum em casa.

Não se trata de fazer menos coisas, trata-se simplesmente de as orientar de forma diferente... Sou a minha prioridade e para tal mereço ter tempo... para mim.

Tuesday, January 31, 2012

E, finalmente, janeiro chega ao fim


Foi um longo e intenso mês. Trabalho atrás de trabalho, directas a seguir a semi-directas, sempre a correr. De tal maneira, que na primeira semana do mês dormi seis horas, no total!

O trabalho no jornal misturado com exames, trabalhos de fim de semestre e livros quase na gráfica esgotaram-me nos primeiros 15 dias de 2012.

Ao 16º dia caí à cama. Uma amigdalite, muita febre e um cansaço enorme (do qual ainda ando a recuperar) obrigaram-me a ficar uma semana de cama, literalmente! O regresso ao mundo real fez-se num ápice e quase ao mesmo ritmo.

Continuo com milhões de coisas para fazer todos os dias, mas há uma certeza: vou ter de abrandar. Nem que seja só um bocadinho, é que não se pode viver a dormir quatro horas por dia.

Janeiro chega hoje ao fim, finalmente. Fiz tudo o que tinha para fazer e, apesar de tudo, o saldo foi positivo. Mas... ufa... já estava mais que cansada...

Conforto

é chegar a um sítio onde não se estava à espera e ficar bem. sentir que o calor provocado pelo aquecedor, uma manta, uma série, que nunca na vida se imaginava ver, e um sorriso que teima em aparecer chegam.