Friday, October 03, 2008

25 anos, 25 músicas (Parte I)

Em honra dos meus 25 anos decidi escolher 25 músicas que me tocam. Cá vai a primeira.



O meu querido Elvis é perfeito para os dias em que acordo menos feliz. Nada melhor do que ouvir esta música para mudar, imediatamente, o estado de espírito.

Tuesday, September 23, 2008

Fez sol no dia dos meus 25 anos


Fez bom tempo no dia em que fiz 25 anos. Tal como cada ano, que passou num abrir e fechar de olhos, o "dia d" chegou, rapidamente, e entrou na minha vida sem pedir licença.

No meio da correria do dia-a-dia. Entre o que fiz e o que tenho por fazer. Perdida nas "to do lists" interminavéis do meu organizer mental, cumpri 25 anos. Para surpresa de tudo e de todos, fez bom tempo no dia em que fiz 25 anos. O sol chegou de mansinho e ficou. E ficará. Pelo menos, até ao dia em que tiver 26 anos. Aí, renovar-se-á.

Sunday, March 16, 2008

Navegar em segurança é preciso!

Os jovens e os perigos da net
Navegar em segurança é preciso!

O universo paralelo que é a Internet tem inúmeros atractivos para os mais novos que nela navegam sozinhos. E desses atractivos também há os menos positivos. O Falar Global, programa da SIC Notícias, organizou uma conferência sobre o assunto para deixar os pais mais alerta.







Gente da Guerra - Cinco anos depois do Iraque

Um jornalismo total, à medida da Internet

Saturday, January 19, 2008

Gosto

Frio. Aconchego. Chuva. Sol de Inverno. O amor. Pequenos momentos que ninguém repara e que são tão grandes. Abril. Solidariedade. Cor. Amizade. A idade. Serenidade. Paz. Ternura. Partilha. Ser companheira de armas, de guerra e de vida. Vermelho. O meu pai. A minha mãe. A minha mãe e o meu pai. O pai e a mãe, por igual, sem ordem. Abraços. Festinhas pequeninas. "Mesmo na noite mais triste/em tempo de servidão/há sempre alguém que resiste/há sempre alguém que diz não" - o nosso lema mamã. Querer. Fazer. Desejar. Conseguir. Sonhar. Viver.

Sunday, December 23, 2007

A minha música de Natal aos 5 anos




A todos um Bom Natal
A todos um Bom Natal
Que seja um Bom Natal, para todos vós
Que seja um Bom Natal, para todos vós

No Natal pela manhã
Ouvem-se os sinos tocar
E há uma grande alegria, no ar

A todos um Bom Natal
A todos um Bom Natal
Que seja um Bom Natal, para todos vós
Que seja um Bom Natal, para todos vós
Nesta manhã de Natal
Há em todos os países
Muitos milhões de meninos, felizes

A todos um Bom Natal
A todos um Bom Natal
Que seja um Bom Natal, para todos vós
Que seja um Bom Natal, para todos vós

Vão aos saltos pela casa
Descalças ou com chinelos
Procurar suas prendas, tão belas

A todos um Bom Natal
A todos um Bom Natal
Que seja um Bom Natal, para todos vós
Que seja um Bom Natal, para todos vós

Depois há danças de roda
As crianças dão as mãos
No Natal todos se sentem irmãos

A todos um Bom Natal
A todos um Bom Natal
Que seja um Bom Natal, para todos vós
Que seja um Bom Natal, para todos vós

Se isto fosse verdade
Para todos os Meninos
Era bom ouvir os sinos tocar.
Refrão A todos um Bom Natal A todos um Bom Natal Que seja um Bom Natal, para todos vós Que seja um Bom Natal, para todos vós

Monday, November 26, 2007

A minha resposta do 25 de Novembro

Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.

Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.

Levam sonhos deixam mágoa
sai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais?

Ninguém diz.
Se o verde trevo desfolhas
pede notícias e diz
ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.

Pergunto à gente que passa
por que vai de olhos no chão.
Silêncio -- é tudo o que tem
quem vive na servidão.

Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.

E o vento não me diz nada
ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.

Vi minha pátria na margem
dos rios que vão pró mar
como quem ama a viagem
mas tem sempre de ficar.

Vi navios a partir
(minha pátria à flor das águas)
vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).

Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.

E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.

Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.

E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.

Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.

Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.

Manuel Alegre

Saturday, November 03, 2007

Encosta-te a mim

Encosta-te a mim,
nós já vivemos cem mil anos
encosta-te a mim,
talvez eu esteja a exagerar
encosta-te a mim,
dá cabo dos teus desenganos
não queiras ver quem eu não sou,
deixa-me chegar.

Chegado da guerra,
fiz tudo p´ra sobreviver em nome da terra,
no fundo p´ra te merecer
recebe-me bem,
não desencantes os meus passos
faz de mim o teu herói,
não quero adormecer.

Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo
o que não vivi,
hei-de inventar contigo
sei que não sei,
às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem,
encosta-te a mim.

Encosta-te a mim,
desatinamos tantas vezes
vizinha de mim,
deixa ser meu o teu quintal
recebe esta pomba que não está armadilhada
foi comprada, foi roubada, seja como for.

Eu venho do nada porque arrasei o que não quis
em nome da estrada onde só quero ser feliz
enrosca-te a mim,
vai desarmar a flor queimada
vai beijar o homem-bomba,
quero adormecer.

Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo o que não vivi,
um dia hei-de inventar contigo
sei que não sei,
às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem,
encosta-te a mim

Jorge Palma

Sunday, October 28, 2007

Friiiiiiiiiiio

O casaco que está, habitualmente, de prevenção na mala saltou cá para fora. A lista das prendas de Natal e dos postais a enviar já está no moleskine (não há nada pior do que chegar a 21 de Dezembro e escrever os postais de Natal no Tribunal Militar de Lisboa, por manifesta falta de tempo).

Sair à noite implica vestir roupa de Inverno. No Jardim da Parada, as crianças brincam agasalhadas. "L. não te esqueças de vestir o casaco", ouve-se.

Apetece-me ficar em casa, em pijama de flanela, ao pé da lareira. E cozinhar brigadeiros e bolos de chocolate para a pequenada.

Chegou o frio! Vem aí o Inverno! (Já tinha saudades) Agora, vou agarrá-lo com as duas mãos!

Wednesday, October 24, 2007

*****

Sentir la cadencia de tu cuerpo
temblando esparcido sobre el trigo,
la alfombra de pájaros hacia el viento,
como el mismo dorado hilo
de aceite en la tinaja,
como el tiempo y, a veces,
como decir te quiero
con la voz de la palabra desnuda.


Rafael de Cózar

It´s up to you New York!


Isaac Davis: She's 17. I'm 42 and she's 17. I'm older than her father, can you believe that? I'm dating a girl, wherein, I can beat up her father.

Thursday, October 11, 2007

Novos papéis

Nos últimos dias fui eu que te quis carregar ao colo. Não que tu tenhas deixado de o fazer, mas pela primeira vez, eu tive vontade de agarrar e cuidar de ti.
Da mesma maneira que me embalas nos teus braços desde o dia em que nasci.

A vida coloca-nos provações terríveis. Num dia somos felizes, no outro não. Mas será que já chegámos à altura de partilharmos juntas os problemas. Será que vamos inverter os nossos papéis?
Eu sei que quero partilhar tudo contigo. Sempre soube. Só agora me sinto capaz de o fazer. Espero que confies em mim.

Para a minha mãe.

Wednesday, October 03, 2007

...


Finch: You're a good man. I know that. Even if you've forgotten it