Monday, September 24, 2012
Coisas realmente importantes
Tuesday, August 07, 2012
Monday, August 06, 2012
Post escrito por uma mulher de mini saia
Quem me conhece está habituado a ver-me de saia curta. E hoje não me vesti de maneira diferente do habitual para ir trabalhar. Mini-saia, saltos altos, mala e acessórios a condizer.
O dia teria sido normal não fosse um comentário menos simpático por parte de uma colega sobre o tamanho da saia. Resolvi o assunto na hora com a colega, mas o assunto acabou por despertar várias opiniões durante o dia.
Deve uma mulher proteger a sua imagem e resguardar-se? Deve uma mulher vestir roupa que não chame a atenção? Deve uma mulher tapar-se por uma questão de decoro? Deve uma mulher evitar mini-saias e decotes com medo que pensem que é uma "fácil"?
Sou jornalista e por isso não trabalho num local onde exista um código de vestuário, nem a profissão me obriga a andar com roupa formal. É óbvio que se amanhã for entrevistar o primeiro-ministro não leve decote ou mini-saia. Da mesma forma que se for um colega meu a ir falar com Passos Coelho seja normal que ponha uma gravata.
Se amanhã for fazer uma reportagem na montanha não irei de saltos altos e se tiver de ir fazer a cobertura de julgamento não vou escolher um fato de treino. A isto eu chamo de "vestir-se consoante as ocasiões". Também não vou a um casamento de branco nem de biquini para o ginásio ou de equipamento desportivo à praia.
Ora, estas situações são muito diferentes de esconder o corpo com medo que achem que sou um mero bocado de carne sem cérebro. Podem dizer-me que vivo na lalalândia, mas honestamente I don't give a shit!
Quem achar que eu, ou melhor, quem achar que uma mulher se define pela maneira como se veste, seja pelos decotes, saias curtas ou saltos altos não tem espaço na minha vida.
PS: É verdade, há roupas que só alguns de nós podem vestir;-)
Sunday, August 14, 2011
Fui à Zara e... apaixonei-me!!!!
Onde é que eu andei este tempo todo?! Alguém me explica!
Bom... ficam as fotos:-)
Saturday, June 18, 2011
Ao estilo dos Santos Populares

A noite é sempre de confusão. Não vale a pena ir demasiado arranjada nem estrear roupa nova, já que o risco é ficar a cheirar a sardinha "vestida" de sardinha. Mas também não é preciso ir de fato-de-treino.
Este ano, pela segunda vez, lá "despi" os saltos altos e andei a "navegar" pelos bairros típicos de Lisboa.
Calças e camisola: GAP
Casaco: oferecido pela mamã
Sapatos: melissa
Brincos: feitos à mão, comprados numa viagem ao México
Saturday, May 29, 2010
O que eu já sei que um homem nunca fará por mim
Estou portanto, completamente, mentalizada para não ter aquelas simpáticas "patetices" da paixão. Não há volta a dar. Cada um é para o que nasce. Mas eu vivo bem com isso.
Assim fiz uma listinha com as coisas que eu já sei que um homem nunca fará por mim. Para ser tudo muito explícito - e porque o que acontece no cinema, no cinema fica -, cá vai a coisa por tópicos:
- Receber flores no trabalho, seja em que ocasião for. Aqui ainda ponho a hipótese de um dia alguém me chegar a casa - impulsionado por uma opinião feminina -, no dia dos meus anos com um ramito. Fora isso, já estou mentalizada que se quero flores vou ter de as comprar. Que chatice... sempre são mais umas voltinhas em Campo de Ourique aos sábados de manhã.
- Receber um vestidito ou uns sapatinhos assim do nada. Assim como assim a maior parte dos homens tem mau gosto... Portanto não ia conseguir nem usar os trapos nem dizer que não gostava.
- Uma viagem com o único objectivo de fazer um pedido de casamento/namoro/vem-viver-comigo. Tanto (o também vem acompanhado de um ligeiro movimento de abanar os ombros) se me dá como se me deu. É que se há certeza que tenho na vida é que viajar... isso eu vou fazer sempre;)
- Companhia para ir às compras. Cidadãs dos mundo que visitam este blogue não se iludam. Os homens não querem saber para nada do que nós vestimos. Daí que meterem-se a entrar e a sair de lojas não seja grande atractivo. Mas quem é que quer andar com alguém obrigado atrás a queixar-se o tempo todo e sem capacidade para dar bons conselhos? hum... Quem?
- Desistir de qualquer coisa entusiasmante por um programa mais cozy a dois. Não faz mal, eu também não gosto de abdicar do que é importante para mim. Conciliam-se as agendas. Afinal, amigo não empata amigo.
- Dedicarem-me uma música ou poema em público. Pois... mas coisas melosas também não são muito bem a minha praia. Já fico contente com um linkizinho do YouTube.
- Programas assim daqueles fofinhos. Do género este fim-de-semana fazemos tudo o que tudo quiseres. Obrigada, mas eu tenho amigos e família, sei bem divertir-me.
